4 de março de 2010

Play Time (1967)




















Já não se fazem desta categoria.

8 comentários:

Pedro disse...

Ainda bem que o referiste. Apetece-me vê-lo pela segunda vez.

Álvaro Martins disse...

Eu já vou na terceira :)

Argonauta disse...

dele só vi o mon oncle, mas pelas imagens já deu para ver que este é do mesmo género.

Álvaro Martins disse...

Claro, são todos. Tati é o Chaplin francês.

O Homem Que Sabia Demasiado disse...

É desta argamassa que se fazem os génios. É claro que já não se fazem filmes assim, da mesma forma que já não há pintores como Dali, Bacon ou Magritte, ou músicos como Stravinski, Bartók ou Stockhausen...
"Playtime" é pura geometria cinematográfica: nos planos, no ritmo dos gags visuias, na coreografia das cenas, na encenação urbana. E uma profunda e crítica reflexão sobre a vida nas cidades.

Álvaro Martins disse...

Concordo plenamente.

Roberto F. A. Simões disse...

Tenho aqui O MEU TIO para ver, mas ainda não tive tempo. Este PLAY TIME é o único do realizador que já vi, ainda que há um bom par de anos. Bom filme.

Cumps.
Roberto Simões
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Flávio Gonçalves disse...

Tive que vê-lo para História - a crítica a uma humanidade desumanizada é brilhante.