30 de setembro de 2011
29 de setembro de 2011
Leningrad Cowboys Go America (1989)
Aki Kaurismäki

Se há influência que se note em Leningrad Cowboys Go America é a de Jarmusch (e a dada altura o cineasta americano aparece mesmo como um vendedor de carros numa sucata), principalmente naqueles travellings e em todo o absurdismo da história. Mas Leningrad Cowboys Go America não é nenhuma comédia negra à imagem do que Jarmusch faz, pelo contrário, é coisa hilariante, com uma certa similaridade a Kusturica (não tão excessivo), um road movie com tons de sátira, seco e com tudo o que caracteriza o cinema do finlandês, a frieza e a inexpressividade dos personagens que só acentua a ridicularização e o absurdo da narrativa.
Aki Kaurismäki

Se há influência que se note em Leningrad Cowboys Go America é a de Jarmusch (e a dada altura o cineasta americano aparece mesmo como um vendedor de carros numa sucata), principalmente naqueles travellings e em todo o absurdismo da história. Mas Leningrad Cowboys Go America não é nenhuma comédia negra à imagem do que Jarmusch faz, pelo contrário, é coisa hilariante, com uma certa similaridade a Kusturica (não tão excessivo), um road movie com tons de sátira, seco e com tudo o que caracteriza o cinema do finlandês, a frieza e a inexpressividade dos personagens que só acentua a ridicularização e o absurdo da narrativa.
28 de setembro de 2011
27 de setembro de 2011
26 de setembro de 2011
Northfork (2003)
Michael Polish
Ainda que totalmente imergido na fantasia, Northfork assenta sobretudo no seu ambiente melancólico (que a muito ajuda o tema musical) e cinzento para relatar uma estória do fim dum lugar, de perda e do abandono desse mesmo lugar. O que Polish faz é um lamento poético repleto de tristeza e melancolia sobre essa cidade, o seu desaparecimento e o abandono das suas gentes, ainda que para isso recorra à fantasia e ao misticismo envolto sobre a localidade. Uma agradável surpresa este Northfork.
Michael Polish
Ainda que totalmente imergido na fantasia, Northfork assenta sobretudo no seu ambiente melancólico (que a muito ajuda o tema musical) e cinzento para relatar uma estória do fim dum lugar, de perda e do abandono desse mesmo lugar. O que Polish faz é um lamento poético repleto de tristeza e melancolia sobre essa cidade, o seu desaparecimento e o abandono das suas gentes, ainda que para isso recorra à fantasia e ao misticismo envolto sobre a localidade. Uma agradável surpresa este Northfork.
25 de setembro de 2011
20 de setembro de 2011
16 de setembro de 2011
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