Ontem revi The Perfect Storm e o que me irrita nestas americanadas nem é tanto o sentimentalismo em si mas sim a forma como o exploram. A utilização de uma música de fundo como forma de impulsionar as nossas emoções, o jogo de som/imagem usado claramente para isso, a dramatização (leia-se lamechice) típica neste cinema e que desde o princípio faz adivinhar a tragédia. E sempre com um ou dois romances à mistura para no fim apelar a que se verta uma lágrima com o pretensioso sentido de perda. Na verdade, não vejo grande diferença entre estes blockbusters e as novelas brasileiras.
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