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20 de agosto de 2011
Só umas palavrinhas sobre alguns filmes (ou projectos de filmes) que aí vêm: o Cisne da Villaverde deixa-me bastante expectante e curioso. Fala-se também, e cada vez mais, em remakes de filmes do Peckinpah, no comments. No comments também para a sequela do Blade Runner (cheira-me que agora é que o Scott vai mostrar que ter feito o Blade Runner foi coisa que lhe caiu do céu!!!). Quanto a Malick, sem ainda ter visto o seu The Tree of Life, começo a estranhar (e a desconfiar) tão movimentada agenda cinematográfica.
12 de julho de 2011
Como é que alguém que goste minimamente de cinema (cinema e não fantochadas), e deste alguém retiremos as crianças e aqueles que se assemelham às crianças, pode ir a uma sala de cinema nesta cidade? Como é possível que haja únicamente este tipo de oferta cinematográfica numa cidade (se falássemos numa vila ainda se aceitava mas uma cidade!!!)?
E depois ainda me vêm falar de downloads ilegais e merdas dessas! Como é que eu (e outros tantos como eu), inserido neste meio urbano onde as salas de cinema me oferecem únicamente este tipo de cinema (ainda tinha ilusões de ver aqui o novo Malick mas começo a desconfiar que nem isso seja possível), posso ver cinema sem recorrer à internet? Não posso porque não tenho alternativa.
Portanto, quando as salas de cinema da minha cidade (e cada um fala do que lhe dói, ou seja, cada um fala da sua) me oferecerem a qualidade cinematográfica (ou resquícios dela) que procuro e consigo encontrar na internet, nesse dia falaremos em ilegalidades e em moralidades inerentes. Até porque ilegal devia ser esta merda destas ofertas cinematográficas a alienar e a passar um atestado de burrice às pessoas.
E depois ainda me vêm falar de downloads ilegais e merdas dessas! Como é que eu (e outros tantos como eu), inserido neste meio urbano onde as salas de cinema me oferecem únicamente este tipo de cinema (ainda tinha ilusões de ver aqui o novo Malick mas começo a desconfiar que nem isso seja possível), posso ver cinema sem recorrer à internet? Não posso porque não tenho alternativa.
Portanto, quando as salas de cinema da minha cidade (e cada um fala do que lhe dói, ou seja, cada um fala da sua) me oferecerem a qualidade cinematográfica (ou resquícios dela) que procuro e consigo encontrar na internet, nesse dia falaremos em ilegalidades e em moralidades inerentes. Até porque ilegal devia ser esta merda destas ofertas cinematográficas a alienar e a passar um atestado de burrice às pessoas.
5 de julho de 2011
15 de junho de 2011
Quem nunca viu um Eisenstein ou um Vertov ou um von Stroheim ou um Griffith ou um Murnau ou um Pabst ou um Dovzhenko ou um Pudovkin ou um Protazanov ou um Sjöström ou até um Chaplin, um Méliès e um Lumière e um Keaton não sabe o que é o cinema, qual a verdadeira essência do cinema. Não, por mais que o queiram refutar, não sabem.
24 de maio de 2011
6 de maio de 2011
Revi há dias o The Shawshank Redemption numa transmissão do canal Hollywood (já ia a meio o filme) e se da primeira vez que o vi (ainda petiz) o adorei, hoje em dia (com mais de quatro ou cinco visualizações) acho-o tão banal, tão sobrevalorizado, tão cheio de clichés, de facilitismos, maneirismos, glorificações e exaltações baratas da liberdade, da justiça e da amizade, sem rasgos de audácia, coisas tão vistas noutros filmes do género…
Quem és tu Benfica?
Quem és tu Benfica? Este Benfica que hoje vemos tão dilacerante para os seus adeptos, este Benfica tão informe e tão degradante que mancha a alma de qualquer benfiquista, este Benfica tão pequeno e tão humilhante que provoca desprezo e vergonha de qualquer benfiquista? Quem és tu Benfica? Quem são verdadeiramente aqueles que te comandam e te levam ao descalabro caótico a que assistimos impotentes com a alma torturada? Quem és tu Benfica que te deixas levar por entusiasmos para tão logo te deixares tombar tão cruel e letargicamente? Quem é este Benfica de gente tão imprudente e tão desleal que nada faz para reverter o rumo ao caos que desde cedo se augurava? Quem é este Benfica que em tantos jogadores só mostra dois ou três com garra e coração para envergar a sua camisola? Quem és tu Benfica? Quem és tu Benfica que me arrancas todo o orgulho de ser benfiquista e me afundas na imensidão da tristeza? Quem és tu Benfica, quem és tu Benfica?
18 de abril de 2011
Não costumo (nem gosto, nem quero e por isso este post revela-se uma excepção) discutir política, muito menos aqui no blog onde me costumo dedicar ao cinema e à música (coisas que realmente prezo), mas esta notícia é de realçar porque demonstra o estado em que esta merda está. Então escolhe-se um gajo que não é de cá? Que é que este senhor (que não é de cá logo não tem amor à terra logo está-se bem a cagar para Bragança) irá fazer pela terra lá no antro dos corruptos da nação? Meus senhores, eis a resposta: nada (encher os bolsos como os outros!).
16 de janeiro de 2011
9 de janeiro de 2011
28 de dezembro de 2010
Hoje ao rever o Perfume com a minha mais que tudo, constatei que há ali material para um grande filme, para algo memorável. Mas tudo se desvanece na realização do filme, no cuidado visual, no uso excessivo da banda sonora. Tanto embelezamento estraga o cinema, adultera o seu sentido. Uma história daquelas devia ser filmada friamente, cruamente. Sem embelezamentos, sem maquilhagens, sem musiquinha de fundo. Isso distorce o filme, estraga o cinema. Porque o sentimento que pretende demonstrar apresenta-se falso, forçado. Porque o cinema tem a capacidade de o demonstrar, mas tem de ser naturalmente, tem de ser sem artifícios, sem embelezamentos parolos.
21 de dezembro de 2010
Tanto esta música como o álbum inteiro (um dos melhores já alguma vez feitos - para mim é claro - juntamente com o primeiro deles e o Adore dos Smashing) me trazem lembranças de um passado distante. Nem alegre nem triste, apenas nostalgia, apenas a vida que passou, o que foi, o que ficou, a vida. Se há música que me deixe melancólico, é esta.
16 de dezembro de 2010
11 de dezembro de 2010
31 de outubro de 2010
Há três tipos de cinéfilos no mundo. Os ignorantes (aqueles que gostam de muita porrada, gajas boas e efeitos especiais à maneira), os pseudo-cinéfilos (aqueles que gostam das grandes produções hollywoodescas, do mainstream reconhecido, que chamam obra-prima a tudo que mexe nessa área e que pensam que percebem muito do assunto) e os verdadeiros cinéfilos (que são aqueles que procuram o bom cinema [de autor de preferência], que procuram sempre aprender mais e que, por uma ou outra razão, se tornam arrogantes para com os pseudo-cinéfilos, isto porque os ignorantes, pelo menos, não têm a presunção de se acharem cinéfilos).
29 de outubro de 2010
23 de outubro de 2010
14 de outubro de 2010
Chamem-me radicalista ou anti-blockbusters, mas o que é certo é que Inception é uma cagada em três actos (ou três sonhos). Certo certo está o Vasco Câmara:
Bola negríssima para o sr. Nolan e "Origem". Tanto sonho dentro do sonho (causa sono) e o espectador metido num colete de forças. Serve para atordoar, para ninguém se atrever a arriscar: o grande medo deste cinema é que o espectador saia fora do programa e se digne imaginar para lá do que não é mais do que um jogo com vários níveis programados. Se começarmos a imaginar... Os actores estão aqui não para nos darem personagens (que não existem), mas para servirem como educadores que zelam pela ordem. Isto é, para nos explicarem o que se passa a seguir e o que se passou antes - isto é mesmo uma ditadura. Já repararam certamente que eles nunca se calam. É também o medo do sr Nolan (que ainda foi algo esquálido em "Memento" mas que desde então tem acreditado no que têm dito e escrito sobre ele e tem engordado de pretensão a olhos vistos) para que ninguém se dê conta, com tanto barulho, que o rei vai nu.
Bola negríssima para o sr. Nolan e "Origem". Tanto sonho dentro do sonho (causa sono) e o espectador metido num colete de forças. Serve para atordoar, para ninguém se atrever a arriscar: o grande medo deste cinema é que o espectador saia fora do programa e se digne imaginar para lá do que não é mais do que um jogo com vários níveis programados. Se começarmos a imaginar... Os actores estão aqui não para nos darem personagens (que não existem), mas para servirem como educadores que zelam pela ordem. Isto é, para nos explicarem o que se passa a seguir e o que se passou antes - isto é mesmo uma ditadura. Já repararam certamente que eles nunca se calam. É também o medo do sr Nolan (que ainda foi algo esquálido em "Memento" mas que desde então tem acreditado no que têm dito e escrito sobre ele e tem engordado de pretensão a olhos vistos) para que ninguém se dê conta, com tanto barulho, que o rei vai nu.
23 de setembro de 2010
A propósito de The Perfect Storm
Ontem revi The Perfect Storm e o que me irrita nestas americanadas nem é tanto o sentimentalismo em si mas sim a forma como o exploram. A utilização de uma música de fundo como forma de impulsionar as nossas emoções, o jogo de som/imagem usado claramente para isso, a dramatização (leia-se lamechice) típica neste cinema e que desde o princípio faz adivinhar a tragédia. E sempre com um ou dois romances à mistura para no fim apelar a que se verta uma lágrima com o pretensioso sentido de perda. Na verdade, não vejo grande diferença entre estes blockbusters e as novelas brasileiras.
7 de setembro de 2010
Todos nós temos certamente um leque de actores e actrizes dos quais não suportamos sequer a sua presença no ecrã. Relativo a actores, aqui ficam alguns (os que me lembrei) daqueles que me irritam profundamente:
Tom Cruise
Chuck Norris
Steven Seagal
Russell Crowe
Kevin Costner
Jared Leto
Jackie Chan
Jean-Claude Van Damme
Gérard Depardieu
Alan Cumming
Hugh Grant
Dolph Lundgren
Tom Cruise
Chuck Norris
Steven Seagal
Russell Crowe
Kevin Costner
Jared Leto
Jackie Chan
Jean-Claude Van Damme
Gérard Depardieu
Alan Cumming
Hugh Grant
Dolph Lundgren
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